Curso Negócios internacionais sem corrupção

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Programa do curso à distância: «Não à corrupção nos negócios internacionais» (5 ECTS, Português)

Curso: não à corrupção nos negócios

  1. A corrupção e os negócios internacionais
  2. O papel da Transparência Internacional
  3. Introdução à Responsabilidade Social Corporativa
  4. O Pacto Mundial das Nações Unidas (NU).
    1. A Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção
  5. As medidas anticorrupção da OCDE
  6. A Cláusula anticorrupção dá Câmara de Comércio Internacional
  7. Outras instituições e iniciativas relacionadas com a luta contra a corrupção internacional
  8. A Convenção sobre a Prevenção e Luta contra a corrupção da União Africana (UA)
  9. Introdução à ética global e à corrupção. Os dois princípios fundamentais:
    1. Harmonia das religiões
    2. Ahimsa (Não-Violência)

Línguas do curso: Português (ou Espanhol Corrupción - Negocios Inglês Corruption - Business Francês Corruption). O estudante tem livre aceso aos materiais nestas línguas.

Informação EENI Solicitar informação do curso

Não à corrupção

Os objetivos do curso (Não à corrupção nos negócios internacionais) são:

  1. Sensibilizar sobre os terríveis efeitos da corrupção
  2. Analisar as causas da corrupção nos negócios internacionais
  3. Informar sobre as ferramentas que uma empresa exportadora pode implantar para lutar contra a corrupção

Exemplo do curso - Negócios internacionais sem corrupção
União Africana Convenção contra a corrupção

«A corrupção é evitável. Ela nasce da cobiça e do triunfo da uma minoria não democrática sobre as expectativas da maioria.» Ban Ki-moon ex-Secretário-geral das Nações Unidas.

  1. Créditos do curso «Não à corrupção nos negócios internacionais»: 5 ECTS (Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos)
  2. Duração estimada: 1 mês (é aconselhável que o estudante dedique doze horas semanais a critério do seu tempo e da sua determinação)
  3. Faça o download do conteúdo programático do curso «Não à corrupção» (PDF)
  4. Modalidade: educação à distância
  5. Preço total do Diploma de curso: 156 Euros
  6. Estudantes da EENI (Escola Superior de Negócios Internacionais) do Mestrado, Doutoramento e Pós-Graduação: gratuito.
    Como parte de nosso compromisso na luta contra a corrupção, todos nossos ex estudantes podem o estudar gratuitamente

Público-alvo do curso: todas aquelas pessoas relacionadas com o comércio internacional e com as empresas em general, bem como as instituições públicas e privadas, que desejem erradicarem a corrupção nos negócios internacionais.

Professores e treinadores do curso:
Sara Lopes Fernandez Professor Marketing

Os estudantes que superem este curso podem convalidar as unidades curriculares com:

  1. Doutoramentos em Negócios Internacionais
  2. Mestrado Profissional em Negócios Internacionais
  3. Mestrado e-learning em Comércio e Marketing Internacional
  4. Mestrado em Negócios na África Subsariana
  5. Pós-Graduação em Comércio Exterior
  6. Pós-Graduação em Marketing Internacional

Universidade U-EENI
Projeto Universidade U-EENI: criação da Universidade U-EENI na África Ocidental

Por que lutar contra a corrupção?

  1. A mortalidade infantil reduzira-se em um 75%
  2. 5% do PIB Mundial (entre 1 e 1,6 bilhões de dólares)
  3. Os negócios cresceriam até um 3% mais rápido
  4. Encarece entre um 20 e um 25 % o custo final dos contratos públicos

Projeto ética, negócios e religião. Compromisso com a Sociedade da EENI.

«Não pode ser atalhada a corrupção somente com instrumentos legais, senão que é necessário que esteja complementada com uns fortes princípios éticos». Pedro Nonell (Diretor EENI).

Descrição do curso: Corrupção, ética e negócios internacionais:

A corrupção é uma das piores enfermidades da nossa sociedade, afeta tanto ao setor público como ao privado, os seus efeitos são devastadores: pode derrocar países, distorcer o mercado, financiar guerras, limitar a ajuda ao desenvolvimento, corroer a democracia e os direitos humanos, limitar os investimentos, favorecer a delinquência organizada...

Os organismos que lutam contra a corrupção (as Nações Unidas - Pacto Mundial, a Transparência Internacional, o Fórum Económico Mundial, a Câmara de Comércio Internacional...) estimam que a nível global poderia representar 5% do PIB mundial. O Banco Mundial estima que o custo global anual da corrupção, isto é, o que nos custa a todos os cidadãos do mundo, é entre 1 bilhão e 1,6 bilhões de dólares.

Segundo as estimativas do Banco Mundial (BM) aqueles países que lutam efetivamente contra a corrupção, podem chegar até quadruplicar os seus benefícios nacionais, seguramente os negócios cresceriam até um 3% mais rápido e a mortalidade infantil baixaria um 75%.

Cada ano a União Europeia (UE) perde 1% do seu PIB (uns 120.000 milhões de euros) pelos efeitos da corrupção. 78% dos cidadãos da União Europeia acham que o problema mais grave no seu país é a corrupção. Segundo a Transparência Internacional, 5 % dos cidadãos da União Europeia pagaram algum tipo de suborno. A consultora NISPA estima que a corrupção pode encarecer entre um 20 e um 25 % o custo final dos contratos públicos. A própria União Europeia reconhece que os seus próprios «Estados-membros não estão plenamente equipados para a combater por se sós».

A corrupção é implícita com a civilização, mas nesta fase da globalização e digitalização da economia, em vez de ter sido capazes de encontrar formas e mecanismos que a anulem, a corrupção não parou de crescer.

Existem muitas iniciativas para lutar contra a corrupção: as Nações Unidas (NU), a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, a União Europeia (UE), a União Africana (UA)... Todas estas instituições estão desenvolvendo códigos éticos que procuram paliar a corrupção. Mas a realidade, é que pese a estes mecanismos, quase todos eles voluntários, a corrupção não pôde ser eliminada.

Desenvolver este tipo de códigos é necessário mas não suficiente:

A ética e os instrumentos legais serão sem dúvida os fundamentos que permitem-nos erradicar a corrupção.

Segundo o Barómetro Global da corrupção da Transparência Internacional, 90% dos interrogados dizem estar dispostas a atuar contra a corrupção, e que 66% dos interrogados aos que se lhes tinha pedido algum pagamento por suborno recusariam ao fazer.

Qualquer cidadão o diretor, de alguma forma ou outra se enfrentará em algum dia à corrupção. Os princípios éticos da empresa, se esta os tem corretamente implementado, e a sua convicção pessoal e os princípios serão os dois fatores que lhe ajudarão a tomar a sua decisão, podendo participar na corrupção, esquecer essa operação ou a denunciar.

Strive Masiyiwa (Zimbábue) é uma das pessoas que lidera a luta contra a corrupção na África.

Exemplos - Não à corrupção

Transparência Internacional

Responsabilidade Social Corporativa

Pacto Mundial das Nações Unidas

Medidas anticorrupção OCDE

Cláusula anticorrupção da Câmara de Comércio Internacional

Iniciativas anticorrupção

Convenção Interamericana contra a corrupção

Luta contra a corrupção da União Europeia

Universidade U-EENICatalunña es España