Acordo de Comércio Livre México-UE

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Conteúdo Conteúdo programático da subunidade curricular: o Acordo de comércio livre (ACL) México-União Europeia

  1. O Acordo de Comércio Livre México-União Europeia (UE)
  2. O Acordo de Associação Económica, Coordenação Política e Cooperação
  3. As vantagens do acordo para as empresas europeias e as mexicanas
  4. As regras de origem
  5. O sistema das quotas de exportação para o México
  6. Comércio internacional México-União Europeia (UE)
  7. Os fluxos de investimento entre o México e a União Europeia (UE)
  8. O acordo de serviços

Créditos

A subunidade curricular «O Acordo de Comércio Livre (ACL) México-União Europeia» estuda-se:
  1. Mestrados profissionais: Negócios Internacionais, Europa, América, Pacífico
  2. Doutoramento à distancia Negócios na América

Idioma de estudo: Português + Espanhol UE México Francês UE Inglês Mexico.

Exemplo da subunidade curricular - UE-México
Acordo de Comércio Livre UE-México

Descrição Descrição da subunidade curricular - O Acordo de Comércio Livre (ACL) México-União Europeia:

A União Europeia e o México têm assinado um Acordo de Comércio Livre que entrou em vigor em outubro de 2000.

O Acordo de Comércio Livre (ACL) entre a União Europeia e o México é amplo e integral e incluí o comércio exterior de produtos e serviços.

O Tratado tem capítulos específicos sobre o acesso aos mercados, a contratação pública, a concorrência, os direitos da propriedade intelectual e o investimento direto estrangeiro (IDE).

O objetivo do acordo de comércio livre México-União Europeia é estabelecer um quadro para a promoção e o desenvolvimento dos intercâmbios de produtos de exportação e dos serviços.

O Acordo de Comércio Livre (ACL) entre a União Europeia e o México inclui uma liberalização bilateral e preferencial, progressiva e recíproca do comércio de produtos e dos serviços que tenha em conta a sensibilidade de determinados produtos de exportação e setores de serviços, e de conformidade com as normas apropriadas da Organização Mundial do Comércio.

O Acordo de Comércio Livre México-União Europeia incluiu os seguintes temas:

  1. Cobertura e períodos transitórios;
  2. Direitos de aduana sobre as importações e as exportações;
  3. Restrições quantitativas às importações e as exportações e as medidas de efeito equivalente;
  4. Tratamento nacional incluindo a proibição da discriminação fiscal com respeito aos impostos com que se gravam os produtos de exportação;
  5. Medidas antidumping e compensatórias;
  6. As medidas de salvaguarda e de vigilância;
  7. As regras e o certificado de origem
  8. Cooperação administrativa;
  9. Cooperação alfandegária;
  10. O valor aduaneiro;
  11. As normas e os regulamentos técnicos, legislação sanitária e fitossanitária, reconhecimento mútuo da avaliação da conformidade, certificações, marcado, entre outros;
  12. Exceções gerais justificadas por motivos de moralidade pública, ordem pública ou segurança pública; proteção da vida ou saúde dos seres humanos, os animais ou as plantas; proteção da propriedade industrial, intelectual e comercial, entre outros;
  13. Restrições em caso de dificuldades no balanço de pagamentos.

Assim mesmo, o Conselho decidirá as medidas necessárias para a liberalização progressiva e recíproca o comércio bilateral de serviços, de conformidade com as normas apropriadas da Organização Mundial do Comércio (OMC), em especial o artigo V do acordo Geral sobre o comércio de serviços (AGCS) e tendo devidamente em conta os acordos adquiridos pela cada uma das partes no quadro de dito Acordo.

Acordos de comércio livre do México.

Comércio exterior México-União Europeia (UE)

  1. O México foi o 24° fornecedor da União Europeia. Entre o ano prévio ao acordo (1999) e até antes da crise, o comércio de produtos de exportação entre o México e a União Europeia cresceu um 200%, comparado com um crescimento de 115% do comércio total do México no mesmo período.
  2. A participação da União Europeia no comércio com México passou de 6,5% a 9,5%, recuperando o nível prévio ao Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA= (1993).
  3. No entanto, a crise do 2009 impactou com uma redução próxima ao 30%.
  4. As principais importações da União Europeia procedentes do México são os produtos minerais (24%), a maquinaria e equipe elétrica (21,7%), os equipamentos de transporte (18,7) e os instrumentos de precisão ótica de fotos (10,1%).
  5. As maiores exportações da União Europeia para o México incluem a maquinaria e equipe elétrica (28,7%), os equipamentos de transporte (14,5%), os produtos de exportação químicos (14,4%) e produtos de exportação minerais (11,6%)
  6. As exportações mexicanas para à União Europeia. As exportações mais importantes para à União Europeia eram produtos minerais (petróleo cru); equipe elétrica e mecânico; equipe de transporte; e instrumentos médicos e de precisão. A quantidade total das exportações tinha chegado a 13.600 milhões de euros.
  7. Em termos de investimento estrangeiro, entre 2000 e 2010 ao redor de 39% da quantidade acumulado no México corresponde à União Europeia; tão só, o fluxo da proveniente da União Europeia duplicou a registada no ano prévio e representou 62% do rendimento total de investimento direto estrangeiro; por outro lado, igualmente tem melhorar o investimento produtivo do México na União Europeia (UE).
  8. Ao redor de 7.000 companhias mexicanas têm recebido investimentos da União Europeia (UE). Isto significa que há uma participação dos investidores europeus de 22% em todas as companhias no México que têm recebido investimento direto estrangeiro (IDE).


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