África União Européia

África União Européia Acordo de Cotonou Parceria estratégica Grupo ACP


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Conteúdo: (Negócios na África - África Relações e Integração)

- Parceria estratégica África União Européia. Declaração de Lisboa. Cimeira UE-África.
- Parceria UE-África em matéria de infra-estruturas.
- O Acordo de Cotonou. O Grupo ACP.
- Declaração de Barcelona e parceria euro-mediterrânica.
- A política europeia de vizinhança.
- As relações bilaterais da UE com a África. Comércio, Desenvolvimento e Cooperação.
- Acordos com o Egipto, Marrocos, Tunísia, África do Sul, Argélia.
- Parceria especial com Cabo Verde.

Resumo:
As relações bilaterais da UE com a África. Comércio, Desenvolvimento e Cooperação. Parceria especial com Cabo Verde. Declaração de Barcelona

Parceria estratégica África União Européia.
O objectivo desta Estratégia Conjunta é conduzir a relação África-UE a um novo patamar estratégico com uma parceria política reforçada e uma cooperação mais intensa a todos os níveis. A parceria será baseada num consenso euro-africano assente em valores e interesses comuns, bem como em objetivo estratégicos comuns. A parceria esforçar-se-á por superar a clivagem entre a África e a Europa em termos de desenvolvimento, reforçando a cooperação econômica e promovendo o desenvolvimento sustentável em ambos os continentes, para que possam viver lado a lado em paz, segurança, prosperidade; solidariedade e dignidade.

A estratégia da UE para África define um quadro de ação para o conjunto dos Estados-Membros com o intuito de apoiar os esforços desenvolvidos por este continente para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Nos últimos anos, registaram-se progressos significativos em África, designadamente em matéria de governação e de crescimento econômico.

A União Africana (UA), a NEPAD- A Nova Parceria para o Desenvolvimento de África e as organizações internacionais (Comissão Econômica das Nações Unidas para África CEA - Banco Africano de Desenvolvimento) dotaram o continente africano de um roteiro político e econômico, assim como de uma visão para o futuro. ainda, a África tem ainda um longo caminho pela frente para atingir um desenvolvimento sustentável.

O potencial econômico que a África apresenta atrai cada vez mais novos protagonistas da cena internacional como o Brasil, a Índia ou a China e os parceiros de mais longa data de África, como os Estados-Unidos, o Japão e a Rússia, mostram um novo interesse pelo continente.

Idiomas disponíveis: Português -  En Cotonou Agreement Africa European Union EU strategic partnershipFr L'Accord de Cotonou Partenariat stratégique Afrique

Exemplo:
Acordo de Cotonou. Parceria estratégica África União Européia

Mestrado (Máster) em Negócios na África Ocidental - Máster Negócios Países de Língua Portuguesa CPLP

Uma governação econômica mais eficaz e o clima de investimento em África são fatores essenciais no desenvolvimento da capacidade econômica do continente, que lhe permitirão libertar-se do ciclo de apoio constante dos doadores e encontrar um lugar nos mercados mundiais. Nesta perspectiva, o desenvolvimento dos mercados nacionais e a integração regional são indispensáveis para criar mercados maiores e mais integrados, que, a par de uma maior convergência regulamentar, contribuirão para atrair o investimento, aumentar as capacidades produtivas e, por conseguinte, promover o crescimento e desenvolvimento econômico sustentável.

Uma das prioridades da parceria Africa-UE consistirá em ajudar África a aumentar a sua capacidade de produção, a ascender na escala do valor acrescentado e tornar-se menos dependente das matérias-primas e dos produtos transformados simples, o que, a longo prazo, será a melhor forma de evitar a deterioração das condições das trocas comerciais, de participar na economia global e dela beneficiar.

A África e a UE procurarão também promover, em conjunto com outros parceiros internacionais, o comércio justo. Para tal, serão os seguintes os objetivos principais a prosseguir no âmbito do diálogo África UE sobre comércio e integração regional: i) desenvolvimento do sector privado, apoiado pelo investimento estrangeiro, para consolidar do lado da oferta as economias africanas; ii) desenvolvimento e reforço das redes de infra-estruturas materiais e serviços afins, indispensáveis para a circulação de pessoas, de bens e da informação; e iii) integração comercial, essencial para intensificar os fluxos comerciais, tanto Sul-Sul como Norte-Sul.

O Tratado de Abuja, que estabelece a Comunidade Econômica Africana, reconhece que o comércio e a integração são componentes essenciais do processo mais vasto de integração e desenvolvimento regionais, que devem ser devidamente incentivados pela presente parceria. As Comunidades Econômicas Regionais (CER) desempenharão um papel crucial como alicerces do processo de integração continental.
As Comunidades Econômicas Regionais (CER) e as outras organizações que participam nas negociações dos APE são: a CEDEAO, a UEMOA, a CEEAC, a CEMAC, o COMESA, a SADC, a UAAA, EAS, a EAC e IOC.

Na área das TIC, a África e a UE procuram colmatar o fosso digital que limita o acesso aos modernos serviços de telefonia e Internet.

O Acordo de Cotonu tem como principais objetivo a redução da pobreza e, a prazo, a sua erradicação e a integração progressiva dos Estados de África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP) na economia mundial, em consonância com os objetivos de desenvolvimento sustentável.

Lista de Países ACP (África): África do Sul - Angola - Cabo Verde - Ilhas Comores - Benim - Botsuana - Burquina Faso - Burundi - Camarões - Central Africano República - Chade - Congo (Brazzaville) - Congo (Kinshasa) - Costa do Marfim - Djibuti - Eritréia - Etiópia - Gabão - Gâmbia - Gana - República da Guiné - Guiné-Bissau - Guiné Equatorial - Quênia - Lesoto - Libéria - Madagascar - Malaui - Mali - Mauritânia - Mauricio - Moçambique - Namíbia - Níger - Nigéria - Ruanda - São Tomé e Príncipe - Senegal - Seychelles - Serra Leoa - Somália -  Sudão - Suazilândia - Tanzânia - Togo - Uganda - Zâmbia e Zimbábue.

A União Europeia (UE) propõe reforçar as suas relações com a República de Cabo Verde no âmbito do Acordo de Cotonu, com base numa parceria especial. Esta parceria centrar-se-á, nomeadamente, na cooperação a nível político e nos domínios da segurança, da integração regional, da sociedade do conhecimento e da luta contra a pobreza.

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