e-business - Comércio eletrónico

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Conteúdo programático da subunidade curricular - e-business. Os negócios digitais. O marketing digital.

  1. A Digitalização, a Globalização e o e-business
  2. Pensar globalmente, atuar localmente, trabalhar digitalmente...
  3. A economia digital
  4. Os modelos de negócios: B2B, B2C, B2A, B2E...
  5. Os e-Processos (ERP, CRM, SCM, e-Procurement...)
  6. A implantação de um modelo de e-business
  7. Casos de estudo:
      - Paypal
      - Amazon
      - O Grupo Alibaba (China)
  8. As Tecnologias da informação e o comércio e a integração regional na África
  9. As redes sociais

Objetivos da unidade curricular - Os negócios digitais (e-business):

  1. Entender os conceitos básicos do novo mercado digital: digitalização, átomos e bits.
  2. Compreender a importância do princípio "Pensar globalmente, atuar localmente, trabalhar digitalmente".
  3. Conhecer os pilares da nova economia digital
  4. Entender os diferentes modelos de negócios digitais que uma empresa pode implantar, bem como a importância da estratégia, o marketing e a tecnologia em um projeto de e-business
  5. Conhecer os principais processos de e-business e algumas soluções tecnológicas. Conhecer o processo de implantação de um projeto digital
A subunidade curricular "e-business" estuda-se:
  1. Mestrado Profissional em Negócios Internacionais
  2. Curso do Marketing Internacional Avançado

Idioma de estudo: Pt + Es e-Business ou En e-business.

Área de conhecimento: Internacionalização.

Alibaba China

Descrição da subunidade curricular - e-business:

O e-business é uma nova forma de Fazer Negócios que pode ser convertido em uma vantagem competitiva para uma empresa no mercado global se sabe desenhar uma estratégia de e-business de acordo com sua estratégia de internacionalização. Em muitos casos, esta falta da estratégia pode converter esta vantagem em uma ameaça ou uma debilidade para a própria empresa.

Internet, o comércio eletrónico, e-business, marketing digital, Google e-pme (pequenas e médias empresas virtuais), são palavras que estão na moda. Os meios de comunicação mostram noticias relacionadas com elas a cada dia; as administrações fomentam cada vez mais seu desenvolvimento; as universidades têm seus campus digitais; as empresas vendem pela Internet e mudam sua organização; os bancos permitem a seus clientes operar online; e tudo isto está ocorrendo em praticamente todo o mundo, considerado já como um fenómeno global. Neste curso, vamos analisar o impacto das novas tecnologias da informação (TI) nos aspetos empresariais.

Falar de negócios digitais, é falar de comércio global. Este é o primeiro ponto importante. A empresa digital tem de ter um ponto de vista global e implantar os processos digitais em suas estratégias empresariais.

Esta será a essência deste curso, pensar de uma forma global (desenhando produtos e os serviços globais, estratégias do marketing globais, etc.) atuar localmente (adaptando ou localizando os produtos, estratégias do marketing, etc.) e trabalhar de uma forma digital, aproveitando as enormes vantagens das novas tecnologias.

Estamos passando da sociedade industrial para a sociedade da informação, regida por uma nova economia: a economia digital ou e-economia, caracterizada por ser global e digital. Surgem novas oportunidades, mas também novas ameaças. Os pequenos podem competir com os grandes sempre que souberem encontrar seu nicho de mercado. Talvez muitas coisas tenham que ser reinventadas, pois muitas das coisas do mundo tradicional já não são válidas neste novo mercado. De alguma forma, tudo isso impacta nos aspetos socioeconómicos da sociedade. Nesta unidade curricular vamos caracterizar esta nova economia que as empresas devem conhecer para entender o desafio digital.

Muitas coisas que até agora eram certas e habituais na gestão empresarial, agora talvez tenham que ser revistas. Nesta unidade curricular, vamos estudar os diferentes tipos de modelos (B2B, B2C, etc.) e ter uma visão deste novo mercado.

Exemplo da subunidade curricular - e-business:
E-business modelos negócios

A missão do Grupo Alibaba (China) é fazer acessível para qualquer vender e comprar On-line desde qualquer lugar do mundo. É um conjunto de negócios baseados em Internet que incluí o comércio internacional B2B, e-retail, plataformas de pagamentos on-line e os serviços de "cloud computing". O grupo foi fundado em 1999 por Jack Ma, um pioneiro que desejava ajudar a fazer com que Internet fosse acessível, confiável e positivo para todos. Alibaba Grupo chega aos usuários de Internet a mais de 240 países e regiões. O Grupo e suas subsidiarias empregam a mais de 22.000 pessoas em umas setenta cidades na Grande China, Índia, Japão, Coreia, o Reino Unido e os Estados Unidos.

Nada tem uma segurança absoluta na Internet. Tanto os provedores como os compradores têm um risco, entretanto, a tecnologia oferece meios de transações cada vez mais seguras. As técnicas de criptografia de dados podem transformar o comércio eletrónico em mais seguro que o comércio tradicional baseado em cartões de crédito. A dificuldade está em convencer o consumidor digital de que nosso site é realmente seguro, assim como de que o comércio eletrónico também. Quando se realiza uma transação pela Internet e se enviam os dados pessoais (nome, número de cartões de crédito, etc.) deveríamos considerar se podem ser intercetados durante a transmissão (entre comprador e vendedor) por alguém que não seja o vendedor e se alguém poderia utilizar estes dados para adulterar nossa identidade. Igualmente, o vendedor quer assegurar-se de que os dados que recebe são verdadeiros, ou seja, necessita saber que o comprador é quem diz ser. É por estas razões que tem-se desenvolvido os sistemas de transações seguras.

A firma digital não é mais que um tipo de criptografia, na qual se realiza um controlo sobre o fluxo de informação (por exemplo de um contrato, de um número de cartão de crédito, etc.). São usados para verificar o provedor de uma determinada informação e garantir que a informação firmada (o pedido, o número do cartão, etc.) não tenha sido alterada.

Um dos problemas que as empresas encontram, no que refere-se a qual tecnologia selecionar, é a falta de referências claras de empresas com experiência comprovada na implantação destes processos e tecnologias. Além disso, existem múltiplas opções tecnológicas no mercado. A grande pergunta é se realmente todas estas aplicações que estamos vendo nesta análise são necessárias e, no caso de serem, deveremos contrastar os critérios de seleção. O plano de negócio deveria definir qual plataforma tecnológica necessitaremos e qual estratégia de e-business aplicaremos. Em resumo, temos que definir:

  1. Qual é o negócio
  2. Quais objetivos buscaram
  3. Como os conseguiremos (e-estratégia)
Nesta unidade curricular analisaremos os principais e - processos e apresentaremos algumas soluções tecnológicas.

TIC Integração na África

Temos como ideia de negócio que, tanto se vamos pesquisar financiamento externo como se vamos desenvolver o projeto sozinhos, necessitaremos de um business plan (BP). Muitos projetos digitais são lançados sem fazê-lo, mas acreditamos que é um erro grave. O primeiro porque, se nos pusermos a refletir sobre nosso projeto e tentarmos pô-lo no papel, certamente aparecerão alguns pontos que não estavam suficientemente definidos. Segundo porque, se buscamos algum investidor ou patrocinador, a primeira coisa que nos pedirão será o BP. Sem ele, nem sequer nos atenderão. Por outro lado, existem muitas formas de fazê-lo, mas não existe um modelo oficial. Ao longo deste estudo, apresentaremos algumas ideias chaves. Tenha presente que ninguém conhece o projeto melhor que você; outras pessoas poderão aconselhar-te sobre a forma ou estruturação, mas a ideia é sua e somente você saberá passá-la para o papel.

Também vamos analisar o processo de implantação de uma empresa na rede. Esta deve ser o fruto de um projeto perfeitamente desenvolvido e com objetivos bem definidos. Não tem que estar na internet apenas por estar. A definição de um correto modelo de negócios digital é o primeiro passo que toda empresa ou empreendedor deveria dar, seja uma firma de "ladrilhos e morteiro" (empresa com presença física e atividade no mercado tradicional, "brick e mortar") ou de uma firma digital (que atua somente na Internet ou "pure players"). Este processo deve ir além da simples criação de páginas na Web. Deve considerar esta implantação como um projeto quase de reengenharia, aproveitando ao máximo as vantagens que as novas tecnologias oferecem. Temos que reinventar muitas coisas. Muitas organizações consideram o desenvolvimento de uma boa página na web, do ponto de vista estético, requisito suficiente para sua presença e êxito na Internet, mas o certo é que apenas cumpre o primeiro dos objetivos, ou seja, a presença.


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