Investimento direto estrangeiro (IDE)

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Conteúdo programático da unidade curricular - Investimento direto estrangeiro (IDE). UNCTAD. Investimentos no estrangeiro.

Esta unidade compõe-se de três temas:

1- Introdução ao investimento direto estrangeiro.

  1. Introdução ao investimento direto estrangeiro (IDE)
  2. O comércio exterior e o investimento direto estrangeiro
  3. Estratégias de internacionalização e investimento
  4. O investimento estrangeiro horizontal e vertical.
  5. Caso de estudo: investimentos no Peru
  6. O investimento direto estrangeiro e o Manual do balanço de pagamentos do Fundo Monetário Internacional (FMI)
  7. Abrangência dos fluxos e posições do investimento direto.
  8. Os tipos de transações e as posições do investimento direto
  9. A Agência Multilateral de Garantia dos Investimentos (MIGA)
  10. O investimento direto estrangeiro (IDE) nos países em desenvolvimento e nos emergentes
  11. Índice de Liberdade Económica

2- A Conferência sobre o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e o investimento direto estrangeiro

3- Investimentos no estrangeiro

A unidade curricular «Investimento direto estrangeiro» estuda-se:
  1. Mestrado em Comércio Exterior, Marketing e Internacionalização à distancia (EaD)
  2. Curso Internacionalização e Investimentos

Idioma de estudo: Português + Espanhol Inversión IED Inglês Investment FDI Francês Investissement.

  1. Créditos da unidade curricular «Investimento direto estrangeiro»: 3 ECTS.
  2. Duração estimada: 3 semanas

Área de conhecimento: Internacionalização.

O principal objetivo desta unidade curricular é conhecer os conceitos básicos do investimento direto estrangeiro e a sua situação global.

Ao finalizar esta unidade, o estudante conhecerá:

  1. As diferentes estratégias relacionadas com o investimento direto estrangeiro
  2. As formas legais de implantação.
  3. Os problemas que podem surgir no processo e na implantação em um país em via de desenvolvimento.

Descrição da unidade curricular - investimento direto estrangeiro (IDE):

O passo final de uma estratégia de internacionalização costuma ser a implantação no exterior (as filiais venda, a produção, os Empreendimentos Conjuntos - Joint Ventures...). Diferentes formas legais existem para o estabelecimento no exterior, dependerá de cada mercado. Em princípio estas formas legais devem assegurar uma sólida presença local, um controlo dos impostos e a proteção para os investidores.

O investimento direto estrangeiro (IDE) reflete o objetivo de obter um interesse duradouro por parte da uma entidade residente em uma economia (investidor directo), em uma entidade residente em outra economia diferente à do investidor (empresa do investimento direto estrangeiro).

O interesse duradouro implica a existência da uma relação de longo prazo entre o investidor direto e a empresa, assim como um grau significativo da influência na empresa.

O investimento direto estrangeiro compreende tanto a transação inicial entre as duas entidades assim como todas as posteriores transações de capital entre ambas e entre as suas empresas filiadas, seja constituída ou não constituída.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) recomenda que uma empresa do investimento direto estrangeiro seja definida como uma sociedade ou empresa, constituída ou não constituída, na qual um investidor estrangeiro é proprietário do 10% ou mais das ações ordinárias ou do poder de voto da uma empresa constituída em sociedade ou o equivalente da uma empresa não constituída em sociedade.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico recopila e analisa estatísticas detalhadas sobre o investimento direto estrangeiro internacional e publica esta informação; ajuda também a canalizar o investimento direto estrangeiro aos países em vias de desenvolvimento e aos países em transição. As pautas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico para as empresas multinacionais são recomendações dirigidas pelos governos às empresas que investem no exterior. O Consenso de Monterrey fomenta mobilizar o investimento privada, tanto local como estrangeira, para alcançar os objetivos do desenvolvimento do Milénio das Nações Unidas.

O Acordo sobre as medidas em matéria dos investimentos relacionadas com o comércio da Organização Mundial do Comércio, é um dos acordos multilaterais sobre o comércio exterior de produtos, proíbe as medidas em matéria dos investimentos relacionadas com o comércio exterior, por exemplo, as prescrições em matéria de contido nacional, que são incompatíveis com as disposições básicas do GATT de 1994.

Agência Garantia Investimentos

A União Europeia é um dos maiores investidores do mundo, a sua posição é a de considerar que o investimento direto estrangeiro é um meio código para a promoção e o desenvolvimento e crescimento económico e social. A política europeia em matéria do investimento se desenvolve em coerência com as normas internacionais vigentes mais proeminentes: a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (AGCS), as diretrizes para as empresas multinacionais desenvolvidas no quadro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, e outros instrumentos da OCDE.

A Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA). Como membro do Grupo do Banco Mundial (BM), a MIGA tem como missão promover o investimento direto estrangeiro (IDE) nos países em desenvolvimento para ajudar a apoiar o crescimento económico, reduzir a pobreza e a melhorar a vida das pessoas.

Os fluxos globais da entrada do investimento direto estrangeiro cresceram até uma cifra estimada em 1,5 triliões de dólares. Os fluxos do investimento foram sobretudo afortunados no Reino Unido, na França, e nos Países Baixos. Os Estados Unidos mantiveram a sua posição como o maior recetor do investimento direto estrangeiro (IDE). A União Europeia no seu conjunto continuou sendo a maior região recetora, que atraiu a quase 40% do total das entradas do investimento direto estrangeiro (IDE).

Inward Índices do Investimento. A Conferência sobre o Comércio e Desenvolvimento utiliza como referência as entradas efetivas e o potencial de atração do investimento direto estrangeiro (IDE), e classifica aos países pela maneira em que atraem os investimentos diretos. Os índices abrangem 140 economias.

Relatório sobre os investimentos no mundo. O tema central deste relatório são as tendências do investimento direto estrangeiro (IDE) no mundo inteiro, a nível regional e nacional, e as medidas que estão-se adotando para potenciar sua contribuição ao desenvolvimento.

A GIPA (Avaliação das perspetivas do investimento global) da Conferência sobre o Comércio e Desenvolvimento se desenhou para determinar a curto e meio prazo as perspetivas do investimento.

A companhia que deseje implantar no exterior encontrará nesta unidade curricular toda a informação necessária para um investimento seguro em outro mercado.

Exemplo da unidade curricular - investimento direto estrangeiro:
IED

Investimento direto estrangeiro



Universidade U-EENI