Tráfico Negreiro Transatlântico

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Descrição da subunidade curricular: o Tráfico Negreiro Transatlântico (África, América, Europa)

Segundo a UNESCO, quase 30 milhões de africanos (homens, mulheres e crianças) foram roubados da África durante os 400 anos que durou o tráfico transatlântico de Escravos.

A subunidade curricular «O Tráfico Negreiro Transatlântico (Europa, África, América)» estuda-se:
  1. Doutorados: África, Mercados Muçulmanos, América
  2. Mestrados profissionais EaD: Negócios Internacionais, África Subsariana, Países Muçulmanos
  3. Licenciatura: Negócios Interafricanos

Língua de estudo da subunidade curricular: Português Inglês Transatlantic Slave Trade Espanhol Trata Transatlántica Francês Traite Transatlantique.

Durante 400 anos, mais de 30 milhões de homens, de mulheres e de crianças foram vítimas do trágico tráfico Negreiro Transatlântico de escravos, um dos episódios mais brutais da história da humanidade.

  1. A mortalidade do tráfico negreiro transatlântico (estimativas): por cada africano que chegou ao Caribe ou as Américas, morriam entre quatro ou cinco pessoas
  2. 200 milhões de americanos (diáspora) consideram-se de origem africano
  3. Fundamento jurídico do tráfico negreiro e da escravatura: O Código Negro
  4. O tráfico Negreiro Transatlântico é considerado como o primeiro sistema da globalização (África-América-Europa)

«Houve um Soldado do Búfalo, No coração da América, roubado da África, trazido para a América...
Se você conhecesse a sua história, então você saberia de onde está vindo» Bob Marley - Soldado do Búfalo

As consequências do tráfico Negreiro Transatlântico para a África: a desaceleração do crescimento da população africana e do seu desenvolvimento económico.

Exemplo da subunidade curricular: Tráfico Negreiro Transatlântico (África)
Tráfico Negreiro Transatlântico

Comércio de escravos africanos

Os continentes e os países implicados no Tráfico Transatlântico Negreiro de escravos:

As vítimas: os africanos da África ao Sul do Saara (*).

Os países africanos atuais afetados pelo tráfico de escravos (*): o Benim, a Costa do Marfim, a Gâmbia, o Gana, Guiné-Conacri, a Guiné-Bissau, a Libéria, a Nigéria, o Senegal, a Serra Leoa, o Togo, o Burquina Faso, o Níger, o Mali, Cabo Verde, a África do Sul, a Namíbia, o Botsuana, o Lesoto, a Suazilândia, a Zâmbia, Zimbábue, Jibuti, a Eritreia, o Quénia, Moçambique, a Tanzânia, o Sudão, Burundi, a Etiópia, Malaui, Ruanda, o Sudão do Sul, o Uganda, Angola, os Camarões, o Gabão, a Guiné Equatorial, República do Congo, a República Democrática do Congo, a República Centro-africana, o Chade, São Tomé e Príncipe.

Destinos dos escravos africanos (a diáspora africana):

  1. Ilhas do Oceano Índico (quatro milhões): Madagáscar, as Ilhas Maurícia, as Seicheles, as Comores
  2. América
    1. Os Estados Unidos, o Canadá e México
    2. América Central: a Costa Rica, Honduras, o Panamá, Belize, El Salvador, a Guatemala, a Nicarágua
    3. Caribe: Antiga e Barbuda, as Bahamas, Bermuda, Barbados, a Dominica, Granada, a Guiana, a Jamaica, Montserrate, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas como, Trindade e Tobago, o Haiti, Anguila, as Ilhas Turcas e Caicos, as Ilhas Virgens Britânicas, a República Dominicana, Cuba, as Ilhas Cayman...
    4. Os países andinos: a Bolívia, a Colômbia, o Equador, o Peru, Venezuela, o Suriname, a Guiana francesa, o Belize
    5. América do Sul: a Argentina, o Brasil, o Chile, o Uruguai e o Paraguai

2- Países e continentes traficantes:

  1. África (*): o Egito, a Argélia, o Marrocos, a Tunísia, a Mauritânia, a Líbia
  2. Europa: a Espanha, o Portugal, o Reino Unido, a França, os Países Baixos, a Dinamarca, a Suécia, a Prússia
  3. América: os Estados Unidos, o Brasil
  4. Os países árabes: a Arábia Saudita, o Iémen, o Omã, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait
  5. Turcos

(*) Em quase todos os países africanos houve africanos que participaram no tráfico de escravos.

O volume V (África do século XVI ao XVIII) da história general da África da UNESCO analisa o tráfico de escravos.

Harriet Tubman.

Harriet Tubman Abolicionista

Confiamos na África Civilização Africana.

Mais informação (UNESCO): as rotas do escravo.

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