União Europeia

A política externa da União Europeia: Ásia China América Latina


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Conteúdo: (Negócios na Europa - União Européia)

- União Européia: um parceiro mundial. O comércio ajuda o crescimento.
- A política externa e de segurança pró-activa.
- A União Européia e os seus vizinhos. Rússia.
- A estratégia regional para a Ásia. China.
- Parceria reforçada com a América Latina. Estados Unidos.
- A relação com os países do grupo ACP.
- Acordos euro-mediterrânicos de associação.
- Acordo de Cotonou. Parceria estratégica África União Européia.

Resumo:

A estratégia regional da União Européia para: Russia, Brasil, Índia, Estados Unidos, ... Acordos euro-mediterrânicos de associação

A UE é o maior bloco comercial do mundo, mas é também o maior prestador de ajuda aos países em desenvolvimento. Os países em desenvolvimento gozam de um acesso isento de direitos ou sujeito a direitos de taxa reduzida sobre as exportações para o mercado da União em cerca de 7 200 produtos abrangidos pelo sistema de preferências generalizadas (SPG) da UE. Os países vulneráveis com necessidades de desenvolvimento especiais desfrutam de um tratamento isento de direitos para todos os produtos abrangidos pelo SPG.

A relação especial de comércio e ajuda entre a UE e os 79 países do grupo ACP data dos acordos de Lomé, de 1975. Esta relação está a ser aprofundada através dos chamados «acordos de parceria econômica» (APE), que combinarão de forma inovadora o comércio e a ajuda da UE. Os países ACP são incentivados a promover a integração econômica com os respectivos vizinhos regionais, procurando-se assim impulsionar a sua integração global; por seu turno, a ajuda centra-se progressivamente no reforço das instituições e na boa governação. No quadro dos APE, a dimensão relativa ao desenvolvimento torna-se a pedra angular da relação entre a UE e os ACP.

Lista de Países ACP
África do Sul, Angola, Antígua e Barbuda, Belize, Cabo Verde, Ilhas Comores, Bahamas, Barbados, Benim, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Central Africano República, Chade, Congo (Brazzaville), Congo (Kinshasa), Cook Islands, Costa do Marfim, Cuba, Djibuti, Dominica, República Dominicana, Eritréia, Etiópia, Fiji, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, República da Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Guiana, Haiti, Jamaica, Quênia, Kiribati, Lesoto, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Ilhas Marshall, Mauritânia, Maurícia, Micronésia, Moçambique, Namíbia, Nauru, Níger, Nigéria, Niue, Palau, Papua Nova Guiné, Ruanda, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Ilhas Salomão, Samoa, São Tomé e Príncipe, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, Somália, Sudão, Suriname, Suazilândia, Tanzânia, Timor-Leste, Togo, Tonga, Trinidad e Tobago, Tuvalu, Uganda, Vanuatu, Zâmbia e Zimbábue.

Acordo de Cotonou. Parceria estratégica África União Européia

Relações regionais: Ásia e América Latina
Além das relações bilaterais, a União Europeia está também empenhada em intensificar as relações com os agrupamentos regionais, sobretudo na Ásia e na América Latina.

Com os parceiros asiáticos em rápido desenvolvimento, a UE criou as chamadas "parcerias reforçadas" com o objectivo de assegurar um melhor equilíbrio entre os aspectos económicos, políticos, sociais e culturais das suas relações.

A estratégia regional para a Ásia 2007-2013 define os objectivos e as prioridades da cooperação entre a União Europeia (UE) e a Ásia para o período de 2007 a 2013. Estão incluídos os seguintes países da Ásia: Afeganistão, Bangladesh, Butão, Camboja, China, Coreia do Norte, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Birmânia, Nepal, Paquistão, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia e Vietname.
Domínios prioritários: Fomentar a cooperação e a integração regional constitui a primeira prioridade da estratégia. Para o efeito, a UE apoia o trabalho e o diálogo com a Reunião Ásia – Europa (ASEM), a Fundação Ásia‑Europa (ASEF), a rede de informação Trans‑Eurásia (TEIN), a Associação de Cooperação Regional da Ásia do Sul (ACRAS), a zona de comércio livre da Ásia do Sul (AFTA) e a Associação das Nações da Ásia do Sudeste (ASEAN).

A Comissão avalia as relações entre a União Europeia e as duas regiões administrativas especiais da China, a saber, Hong Kong e Macau, com vista à melhoria e aprofundamento da sua cooperação com essas regiões. Esta cooperação, que abarca sete domínios principais, permite igualmente aproximar a União da China.

Parceria reforçada com a América Latina.
Preconiza uma abordagem geral em que cada protagonista na América Latina tanto é interlocutor como parceiro. Entre estes protagonistas, o enfoque vai para as sub-regiões como o Mercosul, a Comunidade Andina (CAN) e a América Central (AC). As relações individualizadas com cada país devem ser aprofundadas adaptando-se às especificidades de cada um. Estas relações individualizadas são organizadas segundo uma distinção entre os países em função do seu Produto Interno Bruto (PIB) mas também em função do seu papel desempenhado na cena internacional (por exemplo, o Brasil e o México).

O Documento de Estratégia Regional (DER) define os objectivos e as prioridades da cooperação entre a União Europeia (UE) e o Mercosul para o período de 2007 a 2013. Destina-se a reforçar esta estratégia, ao mesmo tempo que confere uma dimensão regional à cooperação da UE com cada um dos países membros do Mercosul indicados nos Documentos de Estratégia Nacional (DEN), nomeadamente a Argentina, o Brasil, o Paraguai, a Venezuela e o Uruguai.

O documento de estratégia por país apresenta um quadro estratégico para a cooperação entre a União Europeia (UE) e o Brasil no período 2007‑2013. Propõe apoiar medidas “flexíveis” susceptíveis de reduzir a pobreza e melhorar as condições económicas, políticas e ambientais do país.

A Comissão Europeia deseja oferecer uma nova dimensão à parceria económica entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos

Idiomas disponíveis: Português  En (European Union) Es (Unión Europea Fr (Union Européenne)

Exemplo:
A política externa da União Europeia

Máster Negócios Países de Língua Portuguesa CPLP

Candidatos e aspirantes da Europa.
Actualmente, há três países candidatos à adesão: antiga República Jugoslava da Macedónia, Croácia e Turquia. Quando se concluem as negociações, a entrada de cada novo membro tem de ser aprovada por cada Estado da UE e pelo Parlamento Europeu.

Além dos três países candidatos, existem mais quatro nos Balcãs Ocidentais (Albânia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro e Sérvia) que são potenciais candidatos à adesão. A UE já faculta a todos os países dos Balcãs Ocidentais um acesso livre da maioria das suas exportações ao mercado comunitário e apoia os seus programas nacionais de reforma.

Além dos países candidatos, a União mantém as mais estreitas relações com outros quatro vizinhos: Islândia, Listenstaine, Noruega e Suíça. Todos integram a Associação Européia de Comércio Livre (EFTA) e, até agora, decidiram não aderir à UE. Os quatro alinharam os seus quadros legais com grande parte da legislação europeia relativa ao mercado único e seguem a União noutros domínios políticos. Com excepção da Suíça, todos participam, juntamente com a UE, no Espaço Económico Europeu (EEE).

A UE e a Rússia estão a elaborar um novo acordo que visa pautar as relações entre ambas as partes. As negociações, iniciadas em Julho de 2008, estiveram suspensas vários meses devido ao conflito entre a Rússia e a Geórgia. Esta aproximação da UE abrange não só a Rússia, mas também seis outros países da Europa oriental: Geórgia, Arménia, Azerbaijão, Moldávia, Ucrânia e Bielorrússia. O plano preconiza um aumento do nível de financiamento para estes países, bem como a perspectiva de acordos de comércio livre com a UE, na condição de serem empreendidas reformas políticas e económicas.

Acordos euro-mediterrânicos de associação (Criação de uma zona de comércio livre)
Entre 1998 e 2005, a União Europeia (UE) concluiu sete acordos euro-mediterrânicos de associação com a República Árabe do Egipto, o Estado de Israel, o Reino Hachemita da Jordânia, a República do Líbano, o Reino de Marrocos, a República da Tunísia e a República Argelina Democrática e Popular.

Em Julho de 2008, a UE lançou a União para o Mediterrâneo para criar laços mais estreitos com o Médio Oriente e com os países vizinhos do Norte de África. Este novo fórum representa quase 800 milhões de habitantes e reúne os 27 países da UE mais 16 outros países tão heterogéneos como Israel, a Turquia e a Síria. O objectivo é promover projectos conjuntos para revitalizar a região, tais como projectos de descontaminação do Mediterrâneo, de renovação das estruturas portuárias, de melhoramento dos transportes marítimos e de desenvolvimento da energia solar. Estão previstas também representações da Liga Árabe e da Autoridade Palestiniana.

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