Doutoramento a distância (EAD): Direitos Humanos no Islão

Escola de Negócios EENI & Universidade HA


Início EENI

Conteúdo programático do curso (unidade curricular, EAD) - Os Direitos Humanos no Islão. A Declaração do Cairo:

  1. Introdução aos direitos humanos no Islão
  2. A Declaração do Cairo sobre Direitos Humanos no Islão promulgada pela Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)
  3. Fontes da Declaração do Cairo: a Charia e o conceito «O Islão, como representante de Alá na terra»
  4. A Declaração universal dos direitos humanos das Nações Unidas e a Declaração do Cairo
O curso online (unidade curricular) «Os Direitos Humanos no Islão» estuda-se nos seguintes programas de ensino superior (Doutoramentos, Mestrados, Bachelors) à distância (EAD) da EENI Business School & HA University:
  1. Mestrados profissionais: Negócios Internacionais, Comércio Exterior, Países Muçulmanos
  2. Doutoramentos profissionais à distância: Ética, Religiões e Negócios, Mercados Muçulmanos
  3. Bachelor of Science em Negócios Interafricanos à distância

Língua de estudo: Ensino superior a distância em Português ou Mestrado negócios comércio EAD em Espanhol Islam Derechos Humanos Estudar mestrado negócios internacionais em Francês Droits de l'homme en Islam Estudar mestrado comércio exterior em Inglês Islam Human Rights.

Estudante mestrado em negócios internacionais EAD

Exemplo do curso (unidade curricular) online - Os Direitos humanos no Islão (Civilização Islâmica):
Direitos Humanos no Islão (Doutoramento EAD)






Tweter.png Tweet 
Envie para um amigo:

/ / Envie-nos um WhatsApp / Contactar Skype / Contato por telefone / Print /
Info EENI Voltar

Descrição do curso (unidade curricular, Ensino superior EAD) - Os Direitos Humanos no Islão (OCI):

A «Declaração universal dos direitos humanos» das Nações Unidas de 1948 foi muito criticada por muitos muçulmanos sobretudo do Sudão, do Paquistão, do Irão e da Arábia Saudita, qualificando-la de ter exclusivamente uma visão ocidental, sem ter em consideração a realidade cultural, religiosa e histórica, não só do Islão senão de todos os países não ocidentais.

Alguns muçulmanos opinam inclusive que esta declaração não é compatível com a Charia.

Muitas pessoas qualificam-na como uma resposta do Islão a Ocidente.

Por isso, em 1990, todos os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) adotaram a Declaração do Cairo sobre Direitos Humanos no Islão.

A Declaração do Cairo baseia-se fundamentalmente na charia e no conceito de «O Islão, como representante de Alá na terra».

A referência à Charia é contínua, os direitos da mulher são menores aos dos homens, e também baseia-se no conceito de supremacia do Islão. Embora seja considerada como «ocidental», a carta dos direitos universais das Nações Unidas não é condicionada a nenhuma lei de nenhum país procurando uma universalidade. A Carta dos direitos islâmicos é absolutamente condicionada à Charia, e como vimos anteriormente, a aplicação desta depende do cada país.

Os não muçulmanos que vivem nos países muçulmanos com aplicação, total ou parcial, da Charia podem a ver como um recorte das suas liberdades fundamentais.

A Carta das Nações Unidas (NU) pode ser considerada como universal ou como ocidental-cristã, e a Islâmica como muçulmana. Não existe alguma declaração universal hinduísta ou budista.

No entanto, é indubitável que ambas as declarações têm valores comuns.

Os países signatários da Declaração do Cairo sobre Direitos Humanos no Islão foram: a Albânia, a Arábia Saudita, a Argélia, o Azerbaijão, o Barém, o Bangladesh, o Benim, Brunei, o Burquina Faso, os Camarões, o Chade, as Comores, a Costa do Marfim, o Egito, os Emirados Árabes, o Gabão, a Gâmbia, a Guiné, a Guiné-Bissau, a Guiana, a Indonésia, o Irão, o Iraque, a Jordânia, o Cazaquistão, o Kuwait, o Quirguistão, o Líbano, a Líbia, a Malásia, as Maldivas, o Mali, o Marrocos, o Maláui, Moçambique, o Níger, a Nigéria, o Omã, o Paquistão, os Territórios Palestinos, o Catar, o Senegal, a Serra Leoa, a Somália, o Sudão, o Suriname, a Síria, o Tajiquistão, o Togo, a Tunísia, a Turquia, o Turcomenistão, o Uganda, o Uzbequistão, o Iémen e o Jibuti.

Religiões e negócios.



(c) EENI Business School & HA University / Escola de Negócios EENI & Universidade HA (1995-2018)