Economia da China. Mercado chinês

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Conteúdo programático da subunidade curricular - economia da China: redes de distribuição, logística

  1. Economia da China
  2. Sistema financeiro chinês
  3. Indústria, serviços e agricultura na China
  4. Comércio exterior chinês. Importações e exportações
  5. O mercado chinês: redes de distribuição, logística...
  6. Negociação na China
  7. Perfil cultural chinês
  8. Empresas estrangeiras na China
A subunidade curricular "Economia da China" faz parte do:
  1. Mestrados profissionais à distancia (EaD): Ásia, Países BRICS, Negócios Internacionais
  2. Doutoramento (Doutorado) Negócios na Ásia

Idioma de estudo: Pt ou En Chinese Economy Es China Fr Chine.

  1. Créditos da subunidade curricular "Economia da China": 1 ECTS
  2. Duração estimada: 1 semana

国际贸易、全球营销及国际化硕士.

Exemplo da subunidade curricular - Economia da China
Curso Economia da China

Descrição da subunidade curricular - Economia da China:

Economia chinesa.

  1. O PIB nominal da China é de 10.355.000 milhões de dólares (o segundo do mundo)
    1. Agricultura: 9,2% do PIB
    2. Indústria: 42%
    3. Serviços: 48,2%
  2. O PIB (Paridade de Poder de compra) é de 17.632.000 milhões de dólares (o primeiro do mundo)
  3. Crescimento médio da economia: 9%.
  4. Inflação: 2%

A China é o maior mercado do mundo, com mais de 1.338 milhões de potenciais consumidores (25% deles vivem nas cidades).

  1. Em termos do PIB é a segunda potência mundial, tendo ultrapassado potências económicas como a Espanha, o Canadá ou o Brasil.
  2. Segundo o Banco Mundial (BM), se prevê que para o ano de 2020 seja a primeira potência económica mundial, representando o 40% da produção mundial.
  3. Um relatório das Nações Unidas sobre o investimento mundial indicou que mais de 400 das 500 maiores corporações do mundo tem investido em aproximadamente 2000 projetos na China. Empresas como Matsushita, Toshiba, Sanyo, Phillips ou Mitsubishi estão deslocando grande parte de sua produção à China.
  4. A Siemens produz 14 milhões de telefones móveis em sua fábrica de Xangai. A Cannon tem deslocado seu quartel general da Ásia para Beijem. Empresas espanholas como Técnicas Reunidas, Nutrexpa, Alsa, Fermax, e Indra têm conseguido posicionar-se com êxito neste complexo mercado.
  5. Um estudo de Goldman Sachs sobre os vinte e sete GLOCOs (Global Companhias) do mundo, afirmava que somente a empresa que tivesse uma estratégia para a China poderia ser considerada como tal.

A recessão da União Europeia e a incerteza socioeconómica da América Latina, faz que seja necessário considerar a China como um mercado estratégico para a empresa. Por isso, é necessário conhecer os aspetos-chave deste mercado para que se possa desenvolver com êxito uma estratégia de implantação e/ou exportação para este mercado.

  1. A China produz mais da metade das câmaras fotográficas do mundo, o 30% dos aparatos de ar acondicionado e televisores, o 25% das lavadoras, o 20% dos refrigeradores e o 70% dos brinquedos. A "Galanz" fabrica 40% dos fornos micro-ondas vendidos hoje na Europa. A "Haeir" é reconhecida em todo o mundo e o caso desta empresa é estudado em Harvard.
  2. Por isso, serão analisados os casos de várias empresas chinesas (Haier, Galanz, Cosco, etc.), que nos permitirão entender melhor seu funcionamento e a influência dos valores confucianos na gestão destas corporações transnacionais.
  3. Portanto, qualquer estratégia para a China tem que ser realizada a longo prazo e contar com os recursos suficientes para poder desenvolvê-la. Por isso, toda empresa deveria ter presente em sua estratégia a China, tanto como potencial competidor, como provedor e/ou como mercado.

As oportunidades na China são enormes: forte investimento público (24.000 milhões de dólares), incremento da capacidade aquisitiva da população, meio ambiente, urbanização, os serviços, Expo Xangai, etc.

  1. Entretanto, a China é um mercado extraordinariamente complexo, burocrático e competitivo.
  2. A China um país com características próprias, onde as regras do jogo são diferentes das de outros países. Por isso, conhecer estas regras será indispensável para desenvolver negócios na China.
  3. Existem aspetos culturais e sociológicos muito diferentes: a influência do confucionismo e do Taoismo, as costumes, a cultura milenária e a dificuldade do idioma.
  4. As relações pessoais (GUANXI, em chinês), serão fundamentais, já que sob a ética confucionista o negociador chinês procurará assegurar-se de que somos honrados, e que, portanto, cumpriremos com nossos compromissos. Se não formos capazes de desenvolver o "Guanxi", será difícil fazer negócios na China. Isso implica que as negociações podem ser muito lentas e, portanto, custosas.
  5. A organização de uma rede de distribuição será um dos problemas mais importantes que encontraremos na China (em geral, é mal organizada e muito segmentada). Além disso, apenas as empresas estrangeiras com investimentos na China estão autorizadas a criar redes próprias de distribuição.

Comércio exterior chinês.

  1. China exporta bens e serviços por valor de 2.340.000 milhões de dólares
  2. Os principais produtos exportados por China são: os produtos manufaturados, a maquinaria, os produtos eletrónicos, os têxteis, o aço e o ferro, as equipas médicas...
  3. Os principais mercados de exportação da China são os Estados Unidos, Hong Kong, Japão, Coreia do Sul...
  4. China importa bens e serviços por valor de 1.960.000 milhões de dólares
  5. Os principais produtos importados por China são os combustíveis, os minerais, os plásticos, os produtos químicos
  6. Os principais fornecedores da China são a Coreia, Japão, Taiwan, os Estados Unidos, Austrália...

Investimento China - Aduanas chinesas - Transporte - Hong Kong.


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