À Economia da China. O mercado chinês: redes de distribuição, logística

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Conteúdo programático - A economia da China

- Economia da China.
- Sistema financeiro.
- Indústria, serviços e agricultura.
- Comércio Exterior. Importações e exportações.
- O mercado chinês: redes de distribuição, logística
- A Negociação na China. Perfil cultural chinês.
- Empresas estrangeiras na China.

Curso Negócios na China - Ásia - Máster Ásia - Máster Mercados Emergentes BRICS

Materiais de estudo em: Pt En Chinese Economy ou Es China Fr Chine

Resumo da unidade Economia da China:

A China é hoje o maior mercado do mundo, com mais de 1.300 milhões de potenciais consumidores (25% deles vivem nas cidades) e com crescimento do PIB entre 7% e 8%.

Em termos de PIB, é a segunda potência mundial, tendo ultrapassado potências econômicas como Espanha, Canadá ou Brasil. Segundo o Banco Mundial, se prevê que para o ano de 2020 seja a primeira potência econômica mundial, representando cerca de 40% da produção mundial.

Um Relatório das Nações Unidas sobre o investimento mundial indicou que mais de 400 das 500 maiores corporações do mundo tem investido em aproximadamente 2000 projetos na China. Empresas como Matsushita, Toshiba, Sanyo, Phillips ou Mitsubishi estão deslocando grande parte de sua produção à China.

A Siemens produz cerca de 14 milhões de telefones móveis em sua fábrica de Xangai. A Cannon tem deslocado seu quartel general da Ásia para Beijem. Empresas espanholas como a Técnicas Reunidas, Nutrexpa, Alsa, Fermax, e Indra têm conseguido posicionar-se com êxito neste complexo mercado.

Um estudo de Goldman Sachs sobre as 27 GLOCOs (Global Companhias) do mundo, afirmava que somente a empresa que tivesse uma estratégia para a China poderia ser considerada como tal.

Exemplo da unidade Economia da China
Curso Economia da China

A recessão da União Européia e a incerteza sócio-econômica da América Latina (onde a Espanha é o principal investidor), faz com que seja necessário considerar a China como um mercado estratégico para a empresa. Por isso, é necessário conhecer os aspectos-chave deste mercado para que se possa desenvolver com êxito uma estratégia de implantação e/ou exportação para este mercado.

A China produz mais da metade das câmeras fotográficas do mundo, 30% dos aparatos de ar acondicionado e televisores, 25% das lavadoras, cerca de 20% dos refrigeradores e 70% dos brinquedos. A "Galanz" fabrica 40% dos fornos microondas vendidos hoje na Europa. A "Haeir" é reconhecida em todo o mundo e o caso desta empresa é estudado em Harvard.

Por isso, serão analisados os casos de várias empresas chinesas (Haier, Galanz, Cosco, etc.), que nos permitirão entender melhor seu funcionamento e a influência dos valores confucianos na gestão destas corporações transnacionais.

Portanto, qualquer estratégia para a China tem que ser realizada a longo prazo e contar com os recursos suficientes para poder desenvolvê-la. Por isso, toda empresa deveria ter presente em sua estratégia a China, tanto como potencial competidor, como provedor e/ou como mercado.

As oportunidades na China são enormes: forte investimento público (24.000 milhões de dólares), incremento da capacidade aquisitiva da população, meio ambiente, urbanização, serviços, Expo Xangai, etc.

Entretanto, a China é um mercado extraordinariamente complexo, burocrático e competitivo. China um país com características próprias, onde as regras do jogo são diferentes das de outros países. Por isso, conhecer estas regras será indispensável para desenvolver negócios na China. Além disso, a imagem do país "Espanha" não é positiva e o peso do setor público é muito forte em quase todos os setores.

Existem aspectos culturais e sociológicos muito diferentes: influência do confucionismo, costumes, cultura milenária e a dificuldade do idioma. As relações pessoais (GUANXI, em chinês), serão fundamentais, já que sob a ética confuciana o negociador chinês procurará assegurar-se de que somos honradas, e que, portanto, cumpriremos com nossos compromissos. Se não formos capazes de desenvolver o "Guanxi", será difícil fazer negócios na China. Isso implica que as negociações podem ser muito lentas e, portanto, custosas.

A organização de uma rede de distribuição será um dos problemas mais importantes que encontraremos na China (em geral, está mal organizada e muito segmentada). Além disso, apenas as empresas estrangeiras com investimentos na China estão autorizadas a criar redes próprias de distribuição.

Entretanto, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio leva a uma série de vantagens: redução da média de tarifas a 9,4%, eliminação das quotas e licenças de importação, permissão para as companhias estrangeiras entrarem no negócio da distribuição (permitindo-se o estabelecimento de empresas de capital 100% estrangeiro nos setores de distribuição, vendas, marítimo e serviços), maior uniformidade na valoração aduaneira, menor incerteza legal, maior transparência, proteção da propriedade intelectual e industrial, etc.

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EENI em Chinês: 国际贸易、全球营销及国际化硕士

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