Relações comerciais Brasil BRICS

EENI - Escola de Negócios.

Conteúdo programático da subunidade curricular - As relações comerciais do Brasil com os países BRICS (Rússia Índia China...)

  1. Comércio exterior do Brasil com os demais BRIC (a Rússia, a Índia e a China)
  2. Perfil econômico dos países BRICS
  3. Relações comerciais bilaterais
  4. Composição da estrutura de comércio exterior de cada país
  5. Vantagens comparativas dos países BRICS
  6. África - BRICS
A subunidade curricular "O Brasil e os BRICS" estuda-se no:
  1. Mestrado em Negócios na América
  2. Mestrado em Negócios Internacionais especialização Mercados Emergentes
  3. Mestrado em Comércio Exterior para os alunos e alunas do Brasil
  4. Doutorado DIB América
  5. Doutorado DIB Negócios na África
  6. Mestrado em Negócios na África Subsaariana

Materiais de estudo em Pt. Es Brasil En Brazil Fr Bresil

Exemplo da subunidade curricular - Relações comerciais do Brasil com os demais BRIC:
Brasil BRIC China

Comércio África BRICS

Descrição da subunidade curricular - Relações comerciais Brasil - BRICS:

O grupo de países denominado BRICS (Brasil, Rússia, a Índia, China, África do Sul) tem um peso diferenciado e crescente no cenário internacional. Suas economias apresentam algumas peculiaridades, seja por seu tamanho, seja por seu dinamismo. O peso demográfico é, no entanto, bastante variado, com apenas a China e a Índia correspondendo em conjunto ao 37% da população mundial.

A população dos países BRIC
- Brasil 190.732.694
- Rússia 142.905.200
- Índia 1.210.193.422
- China 1.341.000.000

O Brasil teve um desempenho baixo comparativamente a outros BRICS: no acumulado do período entre 1990 e 2008 o ritmo de crescimento da Índia foi mais de duas vezes maior a da China, mais de três vezes superior ao crescimento da República Federativa do Brasil.

PIB (nominal) - em dólares
- Brasil 2,029 trilhões
- Rússia 1,465 trilhão
- Índia 1,645 trilhão
- China 5,878 trilhões

O peso dos BRICS no comércio exterior mundial passou de 9,8% em 1990 para um 22,6%, praticamente o dobro de sua presença no produto total mundial. A presença desses países foi mais expressiva enquanto origem das exportações (11,3% do total mundial) do que como absorvedores de produtos de terceiros (9,5% das importações totais).

Em quase todas o valor transacionado com o resto do mundo passou a representar, um percentual maior do produto interno bruto que em 1990. Um padrão comum é que a soma das exportações e importações represente entre 40% e 60% do produto interno bruto dessas economias. A exceção é a economia brasileira, com 26%.

A economia brasileira apresenta vantagens comparativas em número de produtos de exportação bastante menor do que a China e a Índia, o que por si só se impõe como um desafio à política econômica.

Aduanas, Comércio, tratados de livre comércio, China - Brasil. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Centro Oeste, Norte.


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