Curso EAD: Comércio Exterior Brasil-China

Escola de Negócios EENI & Universidade HA


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Conteúdo programático do curso EAD (unidade curricular) - As relações económicas entre a China e o Brasil. As relações Sino-brasileiras.

  1. As relações comerciais Sino-brasileiras
  2. O comércio exterior entre a China e o Brasil
  3. Os investimentos estrangeiros diretos (IDE)
  4. Casos de estudo:
    1. China Minmetals
    2. Petrobrás na China
    3. Bao Aço (China) e o Grupo Vale
    4. Embraer na China
    5. Huawei no Brasil
  5. A Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Económico
  6. O Plano de ação Conjunta entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China
Estudantes, Mestrado Negócios Internacionais

O curso online (unidade curricular) «As relações económicas entre a China e o Brasil» estuda-se nos seguintes programas de ensino superior à distância (EAD) da EENI Business School & HA University:
  1. Mestrados: Ásia, América, Países BRICS, Negócios Internacionais, Comércio Exterior
  2. Doutoramentos: Comércio Exterior, Negócios na América
  3. Bachelor of Science em Comércio Internacional

Mestrado em Comércio Exterior para os estudantes da República Federativa do Brasil (educação à distância)

Língua de estudo: Ensino superior à distância em Português Mestrado negócios comércio EAD em Espanhol Brasil Estudar mestrado comércio exterior em Inglês Brazil Estudar mestrado negócios internacionais em Francês Bresil

Exemplo do curso (unidade curricular) online - As relações económicas entre a China e o Brasil:
Comércio exterior China-Brasil (Mestrado EAD)






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Descrição do curso (unidade curricular, Ensino superior EAD) - As relações Sino-brasileiras:

A China é o maior parceiro comercial da República Federativa do Brasil desde 2009, com o Comércio Internacional superando os 56 bilhões de dólares, ano em que a China igualmente se tornou o maior investidor no Brasil e o segundo maior importador dos produtos da República Federativa do Brasil.

Em 2001, o valor do comércio exterior entre a China e o Brasil (países BRICS) atingiu 3,69 bilhões de dólares, ou seja, 211 vezes o valor de 1974, quando as relações diplomáticas entre os dois países foram estabelecidas. Desse total, as importações chinesas da República Federativa do Brasil foram de 2,347 bilhões de dólares e as exportações para o Brasil somaram 1,35 bilhões de dólares.

Em 2010, este valor bateu o recorde e chegou a 62,55 bilhões de dólares. Desse valor, as exportações chinesas foram de 24,46 bilhões de dólares e as importações, de 38,09 bilhões de dólares. Sem dúvida, o crescente intercâmbio económico estreitou a relação entre a China e o Brasil.

Do total de brinquedos distribuídos no mercado da República Federativa do Brasil, 45% são fabricados pela indústria nacional e a ideia é acrescentar sua participação para 70% até 2016

As exportações do agronegócio da República Federativa do Brasil para a China, o maior parceiro comercial da República Federativa do Brasil, passaram de 8,8 bilhões de dólares para 11,1 bilhões de dólares nos últimos doze meses, um aumento de 25,5%.

Os investimentos chineses no Brasil concentram-se nos Estados mais desenvolvidos no leste e no sudeste da República Federativa do Brasil e setorialmente na mineração e na energia. No ranking de fontes do investimento externo direto (IDE) no Brasil, a China subiu do 20º classificado em 2009 para o primeiro, o que provoca em certo ponto polemicas e preocupações na sociedade brasileira.

Aduanas do Brasil, Comércio do Brasil, acordos de comércio livre, Brasil-BRIC. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Baía, Centro Oeste, Norte.



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