Curso a distância (EAD): Economia da América Latina. Brasil

Escola de Negócios EENI & Universidade HA


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Conteúdo programático do curso (unidade curricular, EAD) - A economia e comércio exterior da América Latina e das Caraíbas.

  1. A economia da América Latina
  2. O perfil económico da América Latina
  3. Os efeitos da crise global na América Latina e no Caribe
  4. O cenário depois da crise
  5. Os desafios da economia da América Latina: a inovação e a mudança tecnológica
  6. O comércio exterior dos países latino-americanos: as exportações e as importações
  7. As relações económicas China-América Latina
  8. O crescente peso da China e das outras economias emergentes
  9. A integração regional na América Latina e no Caribe
  10. O investimento direto estrangeiro (IDE) na América Latina e no Caribe
  11. O panorama da inserção internacional da América Latina e do Caribe
  12. Análise do Estudo Económico da América Latina e das Caraíbas publicadas pela CEPAL.

Os objetivos do curso (unidade curricular) «A economia latino-americana»

  1. Analisar a evolução da economia latino-americana
  2. Avaliar os efeitos da crise mundial na região
  3. Analisar o comércio exterior intra-latino-americano
  4. Estudar as relações comerciais da China com os países latino-americanos
  5. Avaliar o grau de integração económica latino-americana
A unidade «Economia e Comércio Exterior da América Latina» estuda-se nos seguintes programas de ensino superior (Doutoramentos, Mestrados, Bachelors) à distância (EAD) da EENI Business School & HA University:
  1. Mestrados à distância: Negócios Internacionais, Comércio Exterior, América
  2. Doutoramentos: Comércio Exterior e Marketing Internacional, Negócios na América

Língua de estudo: Ensino superior a distância em Português ou Mestrado negócios comércio EAD em Espanhol Economía de América Latina Estudar mestrado comércio exterior em Inglês Latin American Economy Estudar mestrado negócios internacionais em Francês Économie de l’Amérique latine.

  1. Créditos do curso (unidade curricular) «A economia latino-americana»: 2 ECTS
  2. Duração estimada: 2 semanas

Estudantes, Mestrado Negócios Internacionais

Exemplo do curso (unidade curricular) online - A economia da América Latina:
Curso EAD: Economia da América Latina






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Descrição do curso (unidade curricular, ensino a distância EAD): economia da América Latina.

  1. Desaceleração regional: taxa de crescimento económico na América Latina: 1,1%
  2. O México e a América Central: 2,7%
  3. Causas: a crise global, a redução do comércio mundial, os preços dos produtos básicos de exportação (agricultura, energia, petróleo, matérias-primas)
  4. Volatilidade dos mercados financeiros
  5. Menor investimento
  6. A taxa de desemprego: 6%
  7. A República Popular da China, a Índia e o resto da Ásia converter-se na maior fonte de crescimento das exportações da América Latina e as Caraíbas nos próximos anos
  8. O Brasil é a maior economia da América Latina, seguido pelo México, pela Argentina, pela Colômbia, pela Venezuela, pelo Chile, pelo Peru...
  9. A América Latina pertence ao Espaço Económico latino-americano da Civilização Cristã Ocidental

Curso EAD: Comércio Exterior da América Latina

A crise económica global e a América Latina.

A profunda crise económica global de 2008-2009, que teve o seu epicentro nos Estados Unidos e nos outros países industrializados, transmitiu-se à economia real da América Latina e do Caribe pelos diversos canais e o impacto do choque externo foi mais severo que na crise asiática e na crise da dívida externa.

A região da América Latina sofreu as repercussões da crise internacional: o seu produto caiu 1,7%, o desemprego cresceu e houve um leve retrocesso nos seus indicadores da pobreza. No entanto, resistiu melhor que nas crises anteriores, quando algumas turbulências de menor intensidade causaram impactos económicos e sociais mais sérios.

Além disso, houve uma diminuição de 15% nas exportações de serviços, uma diminuição de 37% nos fluxos do investimento direto estrangeiro (IDE), e uma diminuição de 13% nas remessas. A China, a Índia e o resto da Ásia foram transformadas na principal fonte de crescimento das exportações da América Latina e das Caraíbas nos próximos anos.

As importações da região também sofreram um duro ajuste. Ao invés do que ocorre com as exportações, a redução das importações deve-se, majoritariamente, à variação no total (-16%).

A crise não tem reduzido, e em certos aspetos cresceram a urgência de abordar alguns desafios fundamentais para melhorar a inserção da América Latina e das Caraíbas no cenário global: a intensidade da mudança tecnológica e a relevância da inovação, o maior peso da China e outras economias emergentes na economia mundial e, não menos importante, o desafio da mudança climática.

A segunda década do presente século refletirá o peso cada vez maior das economias emergentes, encabeçadas pela China, a Índia e outras economias asiáticas, além disso, do Brasil, o que põe de relevo a importância do comércio Sul-Sul.

Curso: Corredores de integração bolivianos

As relações económicas China-América Latina.

Alguns países da região dependem em grande medida da China como parceiro comercial, principalmente respeito às exportações. O Chile amostra a taxa mais elevada de relacionamento (13% das suas exportações destinam-se à China), seguido pelo Peru (11%), a Argentina (9%), a Costa Rica (7%) e o Brasil (7%). Nos casos do Equador, do México e da Nicarágua, este valor é muito reduzido.

Respeito às importações, o Paraguai é o caso extremo (27% das suas importações se originam na China), seguido pelo Chile (11%), a Argentina (11%), o Brasil, o México e a Colômbia (10%).

Mesmo que a América Latina e o Caribe no seu conjunto é um destino importante do investimento direto estrangeiro (IDE) chinês, esta concentra-se excessivamente nos paraísos fiscais.

A integração regional na América Latina.

Todos os esquemas de integração da América Latina e das Caraíbas mostram avanços em diversos âmbitos proeminentes. Por exemplo, o aporte do MERCOSUL à criação de um cenário subregional de paz e de estabilidade democrática foi notável.

Além disso, o aperfeiçoamento da institucionalidade comunitária da Comunidade Andina, da Comunidade das Caraíbas (CARICOM) e do Sistema da Integração Centro-Americana (SICA) lhes permitem plantear-se novas tarefas que são possíveis de abordar justamente devido à maturidade institucional atingida.



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