Economia africana e negócios na África

EENI- Escola Superior de Negócios Internacionais

Curso educação à distancia EaD - África: negócios e economia (Angola, Moçambique...)

O curso "África: negócios e economia" é composto por seis unidades curriculares:

África negócios e economia

  1. Estado da economia africana
  2. Papel da mulher africana. Mulheres de negócios africanas
  3. Homens de negócios africanos
  4. Fazendo negócios e governança económica na África
  5. Mercados fronteiriços da África
  6. África: próximo continente emergente

África continente emergente

Os objetivos do curso "Economia e negócios na África" são conhecer...

  1. O estado da economia africana: as tendências por regiões, os países mais dinâmicos, a influência dos preços das matérias-primas, a política fiscal, os riscos aos que se enfrenta a economia africana, os fluxos de investimento direto, a ajuda oficial ao desenvolvimento, os ingressos tributários na África, o impacto socioeconómico do Ébola...
  2. O importantíssimo papel da mulher africana (519 milhões de pessoas), um dos pilares da economia africana, tanto na economia como nos negócios
  3. O perfil de vinte e cinco mulheres africanas que estão liderando a transformação da África, como por exemplo, a presidenta da União Africana (UA), Excelentíssima senhora Doutora Nkosazana Dlamini-Zuma o da Empresária angolana Isabel do Santos (a mulher mais rica da África)
  4. O perfil de quarenta homens de negócios africanos que também estão liderando a transformação africana, como o nigeriano Alhaji Aliko Dangote "O homem mais rico da África", do sudanês Mohamed Ibrahim o do sul-africano Patrice Motsepe
  5. O estado da governança na África, os índices sobre a forma de fazer negócios, o clima de negócios, o estado da corrupção, os conflitos civis ou o importantíssimo Índice Ibrahim da Governança africana
  6. Entender o conceito de "mercados pioneiros (ou fronteiriços ou pré-emergentes) na África" em relação com as oportunidades de investimento e o ambiente empresarial na África

Solicitar informação do curso - África: negócios e economia.

Idioma de estudo: Pt + En Africa Fr Afrique Es África. O aluno tem livre aceso aos materiais nestes idiomas.

  1. Créditos do curso "Economia e negócios na África": 5 ECTS (2,5 Créditos AC)
  2. Preço total do curso: 195 Euros
  3. Desconto do 20% para os alunos (as) africanos e do 10% para os alunos (as) da diáspora africana
  4. Duração estimada: 1 mês
  5. Faça o download do programa do curso: "Economia e negócios na África" (PDF)

Espaço económico da civilização africana.

O curso "Economia africana e negócios" estuda-se:
  1. Doutoramento profissional Negócios na África (EaD)
  2. Mestrados profissionais à distancia (EaD): Negócios Internacionais, África Subsariana

O curso têm os seus exercícios de modo evolutivo, assim ao terminar os exercícios e a ser aprovados o aluno recebe o certificado de conclusão ("Diploma - A África: os negócios e a economia"), e mais o estudante que já realizou o curso poderá validá-los e matricular-se no Mestrado / Doutoramento da EENI (Escola Superior de Negócios Internacionais).

Público-alvo:

Este curso destina-se a todas aquelas pessoas que desejem compreender o estado da economia africana e do ambiente de negócios na África.

Modalidade. O curso se apresenta em formato de educação à distância (EaD).

Área de conhecimento: África.

Exemplo da unidade curricular - economia e negócios na África:
Economia africana

Alhaji Dangote

Confiamos na África

A Nigéria é a maior economia da África, seguida da África do Sul, do Egito, da Argélia, da Angola, do Marrocos, do Sudão, do Quénia, da Etiópia, da Líbia...

Principais setores económicos africanos: a agricultura (25% do PIB) e os serviços.

Setor manufatureiro africano: apenas o 10% do PIB da África.

Mercados fronteiriços na África.

  1. África: vinte mercados fronteiriços globais (50% do total). A Nigéria é o primeiro mercado fronteiriço mundial. O Quénia, Angola, Gana, Etiópia, Marrocos, Tanzânia, Argélia, Costa do Marfim, Zâmbia, Uganda...
  2. A classe média emergente africana: 350 milhões de pessoas (34% da população africana). 1.100 milhões em 2040 (42% da população)
  3. População africana jovem: 60% (o maior mercado mundial de trabalho)

Alunos EENI na África
Alunos EENI África

Programa do curso " África: negócios e economia".

Conteúdo programático da unidade 1- Economia africana:

  1. Introdução a economia africana
  2. Perspetivas macroeconómicas para a África
  3. Caso de estudo: poupança, investimento e crescimento na África
  4. Tendências económicas por regiões
      - Países da África Ocidental e Oriental: as regiões de maior crescimento
      - África Central
      - África Austral
      - Norte da África
  5. Influência dos preços dos produtos básicos, a inflação, as políticas fiscais e monetárias
  6. Caso de estudo: política fiscal na África e os ciclos de negócios
  7. Riscos que afetam à economia africana
  8. Investimento direto estrangeiro (IDE) na África.
      - Principais recetores (Países e setores)
      - Fontes do IDE na África.
      - Investimentos intra-africanos
      - Carteira de investimentos na África
  9. Remessas para a África
  10. Assistência oficial para o Desenvolvimento (AOD)
  11. Ingressos tributários na África
  12. Caso de estudo:
      - Consequências socioeconómicas do vírus do Ebola na Guiné, na Libéria e na Serra Leoa
      - Evolução histórica da economia africana

Conteúdo programático da unidade 2- O papel da mulher africana - Mulheres de negócios africanas:

  1. H. E. Doutora Nkosazana Dlamini-Zuma
  2. Isabel dos Santos
  3. Folorunsho Alakija
  4. Cheryl Carolus
  5. Hajia Bola Shagaya
  6. Divine Ndhlukula
  7. Mimi Alemayehou
  8. Tara Fela-Durotoye
  9. Minoush Abdel-Meguid
  10. Adenike Ogunlesi
  11. Bridgette Radebe
  1. Wendy Appelbaum
  2. Iman
  3. Doutora Amina Odidi
  4. Rapelang Rabana
  5. Mónica Katebe Musonda
  6. Amini Kajunju
  7. Folake Folarin-Coker
  8. Irene Charnley
  9. Sibongile Sambo
  10. Wangari Maathai
  11. Ellen Johnson-Sirleaf
  12. Leymah Gbowee

Conteúdo programático da unidade 3- Homens de negócios africanos:

  1. Alhaji Aliko Dangote
  2. Doutor Mike Adenuga
  3. Tony Elumelu
  4. Orji Uzor Kalu
  5. Hussein Ali ao Amoudi
  6. Naushad Merali
  7. Hakeem Belo-Osagie
  8. Adewale Tinubu
  9. General Teófilo Yakubu Danjuma
  10. Oba Otudeko
  11. Patrice Motsepe
  12. Cyril Ramaphosa
  13. Mohamed Ibrahim
  14. Osama Abdul Latif
  15. Onsi Sawiris
  16. Othman Benjelloun
  17. Hassan Abdalla
  18. Mohamed Mansour
  19. Tarek Talaat Moustafa
  20. Ahmed Mekky
  1. Bhimji Depar Shah
  2. Mohamed Bensalah
  3. Miloud Chaabi
  4. Anas Sefrioui
  5. Aziz Akhannouch
  6. Ali Wakrim
  7. Mohamed Ali Harrath
  8. Sifiso Dabengwa
  9. Strive Masiyiwa
  10. Mohamed Dewji
  11. Said Salim Bakhresa
  12. Doutor Reginald Mengi
  13. André Action Diakité Jackson
  14. Abdulsamad Rabiu
  15. Olufemi Otedola
  16. Jim Ovia
  17. Doutor Alhaji Muhammadu Indimi
  18. Tunde Folawiyo
  19. Ali Haddad
  20. Issad Rebrab

Descrição do curso - África: negócios e economia.

Crescimento económico da África: 5.06%
- África do Leste: 6,2%
- África Ocidental: 7% (o crescimento mais rápido da África)
- África central: 5,7%
- África Austral: 4,4%
- Norte da África: 5,5%.

Fatores:
- Custo da energia
- Preços dos alimentos e das matérias-primas
- Ingressos fiscais
- Pressões inflacionárias
- Fluxos financeiros externos
- Assistência oficial para o desenvolvimento
- Melhora do rendimento do comércio intra-africano
- África exporta principalmente matérias-primas
- Integração regional
- Infraestruturas
- Consumo privado.

A proporção de africanos que vivem com menos de 1,25 dólar ao dia se reduziu do 58 % em 1996 ao 50 %

Espera-se que a criação de várias instituições para a integração económica na África (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, a Comunidade Económica dos Estados da África Central, a Comunidade da África Oriental, a Comunidade dos Estados do Sahel Saarianos, a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, a União do Magrebe Árabe, o Mercado Comum da África Oriental e Austral e Autoridade Intergovernamental Desenvolvimento), nas últimas duas décadas potencie o Comércio exterior intra-africano de produtos e serviços.

Este comércio intrarregional aumentou do 2 % a princípios dos anos 1980 ao 9 % do total das exportações africanas, mas estas estatísticas subestimam a quantidade real, já que não incluem o comércio exterior não regulado, muito importante na África.

Inclusive com esta exceção, os fluxos comerciais dentro da África são baixos em comparação com os de outras regiões e em relação com o potencial comercial da África.

A análise dos destinos do comércio exterior revela que apesar do baixo nível agregado do comércio exterior dentro da África, este é muito importante para muitos países africanos.

Ao menos o 25 % das exportações de vinte países são absorvidos pelo mercado regional. A importância dos blocos comerciais é ainda mais importante pelo fato de que o 75% do comércio intra-africano tem lugar dentro destes grupos regionais.

Integração regional na África.

A Comissão da União Africana e a Comissão Económica das Nações Unidas para a África continuam a envolver-se em atividades e programas destinados a ajudar a visão estratégica da União Africana (UA) de construir uma África unida e integrada alicerçada pela integração política, económica, social e cultural.

Do ponto de vista da direção da União Africana, a integração total do continente permitiria a África superar os seus desafios de desenvolvimento, porque a sinergia económica seria obtida na medida em que a vantagem económica de toda a Comunidade económica africana é maior do que a soma dos benefícios económicos dos estados membros separados.

A necessidade de uma integração total é igualmente impulsionada por uma nova ordem económica mundial, com a formação de blocos regionais em todos os continentes, globalização sem fronteiras, avanços na tecnologia da informação e comunicação e negociações comerciais multilaterais no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) entre outros.

Exemplos do curso - África: negócios e economia.

Isabel dos Santos (Angola)

Ambiente Negócios na África

Mohamed Ibrahim

Os países africanos por PIB (nominal - milhares de milhões de dólares).

1- Nigéria (594.257)
2- África do Sul (341.216)
3- Egito (284,860)
4- Argélia (227.802)
5- Angola (131.407)
6- Marrocos (112.552)
7- Sudão (70.030)
8- Quénia (62.722)
9- Etiópia (49.857)
10- Líbia (49.341)
11- Tunísia (49.122)
12- Tanzânia (36.620)
13- Gana (35.475)
14- Costa do Marfim (33.963)
15- República Democrática do Congo (32.665)
16- Camarões (32.163)
17- Uganda (26.086)
18- Zâmbia (25.611)
19- Gabão (20.675)
20- Moçambique (16.590)
21- Botsuana (16.304)
22- Senegal (15.881)
23- Chade (15.841)
24- Guiné Equatorial (15.396) 25 Congo (14.114)
26- Zimbábue (13.739)
27- Burquina Faso (13.382)
28- Maurícia (12.720)
29- Mali (12.043)
30- Namíbia (11.982)
31- Sudão do Sul (11.893)
32- Madagáscar (11.188)
33- Benim (9.237)
34- Níger (8.290)
35- Ruanda (8.002)
36- Guiné (6,770)
37- Serra Leoa (5.411)
38- Togo (4.838)
39- Maláui (4.408)
40- Mauritânia (4.286)
41- Eritreia (3.870)
42- Suazilândia (3.842)
43- Burundi (3.037)
44- Lesoto (2.458)
45- Libéria (2.073)
46- Cabo Verde (1,975)
47- República Centro africana (1.731)
48- Jibuti (1.582)
49- Seicheles (1.473)
50- Guiné-Bissau (1.040)
51- Gâmbia (0.918)
52- Comores (0.722)
53- Santo Tomé e Príncipe (0.362)
54- Somália
55- República Árabe Saharaui Democrática

Exemplos

Excelentísima Doutora Nkosazana Dlamini-Zuma

Hajia Bola Shagaya Nigéria

Investimentos na África

Índice Ibrahim Governação africana

Mecanismo Africano Revisão

Área de Libre Comércio Continental

A Área de Libre Comércio Continental (CFTA)

A África é preparada para fazer progressos importantes nas suas iniciativas para a integração. Contudo, os resultados estão misturados, Apesar dos constrangimentos e desafios, foram registadas melhorias nas áreas de comércio, as políticas macroeconómicas, a infraestrutura, e as tecnologias da informação e comunicação, Desde a última Conferência, várias comunidades económicas regionais tomaram decisões importantes que pretendem acelerar e intensificar a integração regional nas sub-regiões.

Apenas 10% do comércio exterior africano é com outras nações africanas, enquanto 40% do comércio norte-americano é com os outros países norte-americanos e 63% do comércio internacional dos países da Europa Ocidental é com as outras nações da Europa Ocidental. O baixo índice do comércio intra-africano implica que perdem-se muitas oportunidades de usar o comércio dentro da África para melhorar as perspetivas de especialização entre os países da África e desenvolvimento acelerado e a integração.

A crise financeira e económica mundial apresenta problemas importantes para os países da África. Ela pôs em evidência as deficiências no funcionamento da economia mundial e alertou para a necessidade de uma reforma da arquitetura financeira internacional.

Desenvolvimento social e os objetivos de Desenvolvimento do Milénio
Não há dúvida que uma das consequências importantes da crise financeira para a África é a redução do financiamento tanto interno como externo. O esgotamento de importantes fontes de financiamento do desenvolvimento diminui a capacidade dos países africanos de incentivar o crescimento e realizar os objetivos do Milénio. Apesar que os dados sobre os principais indicadores não estejam disponíveis para a maioria dos países da região, pode-se esperar que o declínio no espaço fiscal, devido ao esgotamento de fontes tradicionais de financiamento de desenvolvimento, reduza a capacidade dos países da África de financiamento dos programas da saúde, a educação, Infraestrutura e nutrição.

Evidências recentes sugerem que há progresso para que a África alcance os objetivos do Milénio para o desenvolvimento até a data fixada, apesar do muito necessita ser feito. Foram reportados importantes progressos para os indicadores tais como o ensino primário universal e a igualdade do género. Foi reportado que o Gana, por exemplo, é no processo de alcançar os objetivos de reduzir a metade os índices de pobreza, bem como houve uma redução importante na prevalência do VIH/SIDA.

O transporte marítimo na África.


EENI Escola de Negócios