Escola Negócios EENI Business School
Fórum de Cooperação China-África

Conteúdo programático da unidade curricular - O Fórum de Cooperação África-China. O comércio exterior Sino-Africano.

  1. Apresentação do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC)
  2. A Cúpula de Pequim e Sharm el-Sheikh
  3. A 5ª Conferência Ministerial da FOCAC
  4. As relações comerciais e as culturais entre a China e a África
  5. As tendências do comércio exterior (exportações, importações) China-África (*)
  6. A política africana da China (*)
  7. Os Países BRICS
  8. A Cooperação África-Países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul)
  9. O Corredor Económico Nanning (China)-Singapura

(*) Só disponível em inglês.

Os objetivos da unidade curricular «A Cooperação China-África (FOCAC)» são os seguintes:

  1. Compreender os objetivos do Fórum de Cooperação China-África
  2. Conhecer os princípios da política africana chinesa
  3. Avaliar as áreas de cooperação entre a África e a China
  4. Analisar o comércio exterior (exportações, importações) entre os países africanos e a China
A unidade curricular «O Fórum de Cooperação China-África» estuda-se nos seguintes programas de ensino superior online ministrados pela EENI Global Business School (Escola de Negócios):
  1. Doutoramentos (Doutorados): Negócios Africanos, Comércio Mundial
  2. Mestrados: Negócios em África, Ásia, Negócios Internacionais, Comércio Exterior
  3. Curso: Relações internacionais africanas

Estudante Mestrado em comércio exterior online

Línguas de estudo: Ensino superior à distância (Cursos, Mestrados, Doutoramentos) em Português ou Estudar mestrado comércio exterior online em Inglês China-Africa Estudar mestrado negócios internacionais em Francês Afrique Chine Mestrado negócios comércio EAD em Espanhol África-China.

Créditos «A Cooperação China-África»: 0,5 ECTS

Exemplo da unidade curricular - O Fórum de Cooperação China-África:

Fórum de Cooperação China-África. Comércio exterior Sino-Africano





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Descrição da unidade curricular: o Fórum de Cooperação China-África (FOCAC):

O FOCAC (Fórum de Cooperação China-África) é um mecanismo de diálogo e de cooperação coletivo criado pela China e pelos países de África no ano 2000, realizado na cidade de Beijem, representando um impulso à as relações do comércio exterior sino-africanas.

As metas do Fórum de Cooperação China-África são a fortificação da cooperação Sul-Sul, com a realização das conferências ministeriais tri-anuais, alternativamente na China e em África.

O fenómeno chamado a «Sinização de África» -colonização económica- preocupa de forma alarmante a muitos africanos.

Em 2014, o comércio exterior Sino-Africano superou 200.000 milhões de dólares. Em fevereiro, o presidente da China, Xi Jinping, na visita do presidente senegalês Macky Sall em Beijem disse:

«Em 2013, o comércio Sino-Africano superou 200 mil milhões de dólares, pela primeira vez, pelo que o maior parceiro comercial da China é de África

Xi agregou que o investimento direto chinês em África cresceu um 44 por cento. A China é hoje o recetor de 28 por cento das exportações de petróleo de África.

Os membros do Fórum de Cooperação China-África são a China, a Argélia, Angola, o Benim, o Botsuana, o Burúndi, os Camarões, Cabo Verde, a República Centro-Africana, o Chade, as Comores, o Congo, a República Democrática do Congo, a Costa do Marfim, o Egito, a Eritreia, a Etiópia, o Gabão, o Gana, a Guiné, a Guiné Equatorial, a Guiné-Bissau, o Quénia, o Lesoto, a Libéria, a Líbia, Madagáscar, o Maláui, o Mali, o Marrocos, a Mauritânia, Maurícia, Moçambique, a Namíbia, o Níger, a Nigéria, o Uganda, Ruanda, São Tomé e Príncipe, o Senegal, as Seicheles, a Serra Leoa, a Somália, o Sudão, o Togo, a Tunísia, a África do Sul, Jibuti, a Zâmbia e o Zimbábue.

Na primeira FOCAC (Fórum de Cooperação China-África) em 2000, foi lançada a Declaração de Beijem e o Programa de Cooperação China-África para o desenvolvimento económico e social, dando início às iniciativas bilaterais.

Em 2006, a diplomacia chinesa lançou a Política africana da China com vistas a consolidar as ações para a África.

A 4ª Conferencia Ministerial do FOCAC (Fórum de Cooperação China-África) (2009, Egito), reuniu a República Popular da China e quarenta e nove países de África sob o lema do «aprofundamento do novo tipo de parceria estratégica China-África para o desenvolvimento sustentável».

Esta conferência esteve voltada à análise dos resultados das estratégias traçadas no Plano de ação resultado da última conferência, realizada em Beijem (China, em 2006), e ao lançamento da Declaração de Sharm El Sheikh e do Plano de ação.

Desde que a China e os países de África realizaram a cúpula de Pequim, as duas partes tiveram intercâmbios de visitas frequentes de alto nível e importantes diálogos e consultas em diversas formas. Os líderes chineses, incluindo o ex-presidente Hu Jintao, o líder parlamentar Wu Bangguo e o líder de consulta política Jia Qinglin, visitaram a África depois da cúpula.

A China apoia os esforços da União Africana (UA) e das organizações sub-regionais (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, a União Económica e Monetária do Oeste Africano, a Comunidade Económica dos Estados da África Central, o Mercado Comum da África Oriental e Austral, a Comunidade para o desenvolvimento da África Austral, a Comunidade da África Oriental, a Autoridade Intergovernamental para o desenvolvimento...) para mantiver a paz e promover a integração económica.

O Fórum de Cooperação China-África pertence ao Espaço Económico da Civilização Africana è a civilização sinica.

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Acordos de Livre-Comércio (ALC) da China: Brasil-BRICS, África-Países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), União Europeia, Chile, Peru, Costa Rica, ASEAN, Paquistão, Nova Zelândia, Singapura, APEC, Organização para a Cooperação de Xangai, Acordo Comercial Ásia-Pacífico, Comunidade Andina, Sub-região do Grande Mekong, União Económica Eurasiática...

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